1º momento: trouxeram-lhe o surdo-gago, isto é, aproximaram-no de Jesus (v. 32a).
2º momento: porque rogara que Jesus impusesse as mãos sobre ele, isto é, que o curasse (v. 32b).
3º momento: seria o obstáculo. Contudo aqui parece não existir, a não ser que entendamos que Jesus se afastou com o curando da multidão para facilitar a sua acção (v. 33a).
4º momento: o toque de Jesus no surdo-gago. Aqui mais do que toque, e também palavra, pois que Jesus meteu-lhe os dedos nos ouvidos, fez saliva com que lhe tocou a língua e erguendo depois os olhos ao céu, suspirou, dizendo-lhe: "Effathá, que quer dizer, abre-te." (v. 33b e 34).
5º momento: o efeito, isto é, a cura. Os ouvidos abriram-se-lhe em seguida, soltou-se-lhe a prisão da língua, e começou a falar correctamente (v. 35).
6º momento: a reacção dos presentes. Apregoaram o que ocorrera (não obstante Jesus os ter advertido para que o não fizessem) e cheios de admiração diziam: "Tudo fez admiravelmente. Fez ouvir os surdos e falar os mudos." (v. 36 e 37).
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Presentes, portanto: a aproximação; o pedido; o obstáculo(?); o encontro; o efeito; a reacção do público.
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